Solitude, darkness and love


"I don't wanna admit, but we're not gonna fit"

domingo, 15 de agosto de 2010

Série Música 1: Os que mais me marcaram

Música, um termo muito generalizado, gera conceitos, opiniões, inovações, polêmicas, arte, moda, estética, singularidades.
Música, usada para desestresse, estilo, gênero, filme, fotografia, poesia, como válvula de escape, ou simplesmente para agradar os ouvidos.
Aqui, vou mostrar os principais artistas, os que mais me inspiram, os que mais me salvam com suas músicas, os que mais de certa forma me ajudam, eu realmente preciso de música pra tudo, música é como oxigênio pra mim, ou uma alma fora do meu corpo, aqui estão os que fizeram e ainda fazem parte da trágica, suave, pesada, algum dia brilhante e cômica trilha sonora da minha vida:





Björk
Se alguém procura uma artista #EXTREMAMENTE# completa, midiáticamente única, estéticamente a mais estranha possível, da voz mais sublime, da beleza mais desconcertante, dos gestos mais descontraídos, da personalidade mais forte, da consciência e da opinião mais profunda, da mente mais inquieta, das músicas que constroem um universo de sentimentos e de observações sobre nós mesmos, Björk é a pessoa (ou alien) certa.
Björk é muito mais do que se espera, Björk é inusitada, surpreendente, uma máquina de fazer músicas incansável. Björk canta os amores, sejam eles bons ou ruins, os nossos cotidianos, os nossos demônios internos, Björk grita sobre a solidão e a introversão como ninguém, um ressoar para todas as pessoas, a vida e a morte, a amizade, a felicidade, a tristeza, e muito, muito sobre a nossa sociedade, e como nós estamos destruindo o que construímos durante séculos, uma maneira de viver melhor, talvez.

Ouçam, sintam, respirem, e tentem, tentem enxergar o mundo da mesma maneira depois de ouvir a deusa da música, Björk. Vocês jamais conseguirão.
Álbum que eu indico: Vespertine,
segue o link:
http://www.4shared.com/file/5bGMk7YU/Bjrk_-_Vespertine.htm





Radiohead
Se hoje eu tenho estômago pra encarar os acontecimentos mais baixo-astral que acontecem comigo, é por causa de Radiohead. Não há muito o que falar dessa banda, mas há muito o que escutar, Radiohead criou uma espécia de Rock Art, músicas não inovadas, porém inovadoras, e com sentimentos tão intensos que sentimos na pele a tristeza de nós mesmos, dos problemas do nosso mundo, e de tudo que tenta nos botar pra baixo, Radiohead é a bizarrice humana mostrada de forma bela, poética, profunda, e nada mais, Radiohead é uma massa, uma massa fluorescente numa completa escuridão, que está prestes a se dissipar.

Álbum que eu indico: Amnesiac
Segue o link: http://www.4shared.com/file/dVuc9rME/Radiohead_-_Amnesiac.htm





Emilie Simon
Quem assistiu A Marcha dos pinguins, e se encantou com as músicas que passavam durante o filme, conhece a fofa francesinha Emilie Simon, conheci ela em 2009, e desde o começo meu amor por ela só aumentava. Emilie Simon e sua voz adocicada conseguem cantar com todo o seu coração, uma pulsação tão forte que sua alma inteira dilata de você, seus olhos embaçam, um doce aroma de amor e raiva, gosto de veneno da madrugada, uma língua francesa deliciando-se ao cantar suas próprias composições, oscilando entre o prazer e a dor, Emilie Simon, a nova voz da França, "filha" de Kate Bush, "parente" distante de Björk.

Álbum que eu indico: The Big Machine
Segue o Link: http://www.4shared.com/file/_awi8fNB/Emilie_Simon_-__2009__The_Big_.htm






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Em breve continuo sobre os demais artistas.


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Andrew Oliveira (:

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