Solitude, darkness and love


"I don't wanna admit, but we're not gonna fit"

domingo, 24 de julho de 2011

Oráculos e sonhos

Olá (provável) povo que acompanha meu blog, como estão? Eu vou ótimo, aliás, nunca estive tão bem.
Quer dizer, meus primeiros vinte dias de férias foram um saco completo, sem igual, um tédio nunca presenciado nessa minha alarmante vida. Pois bem, a coisa melhorou quando passei o dia do amigo com minhas melhores amigas Lívia Cardoso e Aureana S. Viana (não me processem por colocar os nomes delas aqui, ok? Tô brincando riariariariariariaria/ não, não tô, criei trauma de processo, sério. [risos]).
Nesse mesmo dia, chegaram as últimas coisas que comprei na internet, meus livros do Harry Potter – O Cálice de Fogo e A Ordem da Fênix – (voltei a colecionar, tinha parado no terceiro desde 2005 e daí só fui emprestando /pobreza), As Crônicas do Mundo Emerso volume. 1 – A Garota da Terra do Vento, e dois filmes maravilhosos: E O Vento Levou (melhor filme já feito na história do cinema dramático ever), e Bonequinha de Luxo (Audrey Hepburn eternamente diva).
Há boatos de que minha mão trará O Enigma do Príncipe e o Relíquias da Morte de viagem para completar a coleção. Melhor ainda, ganhei um lindo notebook HP de última geração e tudo mais. Eu não mereço tanto amor, sério, e sinto até um peso na consciência por ter uma mãe tão boa assim. Mas vamos pular essa parte e ir para o próximo capítulo.
Eu havia escrito aqui uma série de seis capítulos chamada The Birds, um suspense sem pé nem cabeça. Mas então. Eu comecei a escrever com total empolgação e de alguma forma eu perdi o interesse, então só escrevi de maneira bruta o essencial e deixei os detalhes à parte. Fim. Eu gostaria de mais tarde fazer uma releitura melhor dele, mas por enquanto tenho várias coisas na cabeça.
Comecei a escrever o livro de Oráculo das Feras – Parte I, e isso está tomando quase que 80% do meu cérebro, pois um livro é bem mais complicado de se fazer, quero dizer, dependendo do gênero. O drama eu escrevo desde sempre, e a fantasia só comecei em meados de 2010, com algumas influências do meu melhor amigo Louie Mimieux, outras cruciais de Anne Rice, Phillip Pullman, C.S. Lewis e a ricaça J.K. Rowling, além do tétrico Franz Kafka e sua Metamorfose (sim, também sou um potterotário, rs). Pois bem, eu saí do bucolismo e entrei na fantasia com a primeira série surreal deste blog, Oráculo das Feras I (que eu já apaguei porque né... Mas aí o Louie ficou tristinho pois no blog dele também tem link e banner pra ODFI e II, enfim.)
E apesar de estar nessa pequena correria, tive uma ideia (ou particularmente um sonho), e então me veio um drama todo trabalhado no passado e no futuro, que é esta série que estou postando nesses últimos quatro dias, Lacrimosa. Certo, o nome também é meio óbvio. Eu sempre ouvi música clássica, mais para Bach e Tchaikovsky, CDs alheios que eu tenho aqui em casa. E bem, nunca me interessei por Mozart até umas três semanas atrás. Como eu estava precisando de toda inspiração possível para escrever meu novo livro, baixei o seu Requiem, e desde então foi só amor e magia.
Já escutei Lacrimosa pra mais de cem vezes, no meu gravador, celular, notebook, todos os quatro ventos do meu quarto e até da sala de estar. E acho que foi por esta música que tive esse sonho.
Era um local mal iluminado, daquelas ruelas que são só pedras, e tinha um banco e um poste.
Uma música ambiente tocava ao longe, e então eu via esse homem. Não sei se era exatamente assim, na verdade eu já tive vários sonhos assim.
Um amor intocável.
E como todo bom escritor, transformei meus sonhos e vivências e outras coisas em Lacrimosa, e agora estou desenvolvendo a trama mais e mais a cada dia. O que está me revigorando mais do que deveria. Um amigo disse que é a trindade Hidden Place, Vidro e agora Lacrimosa. Os dois primeiros tem um fim um tanto que... trágico (Hidden Place os personagens só são felizes aaaaanos depois, e Vidro é melhor nem falar), e ele disse que eu sempre retrato problemas familiares. Mas então calei a boca dele dizendo que a maioria dos dramas retrata isso mesmo, problemas familiares.
Pois sim, Lacrimosa é um misto de drama com romance, e uma pitada de suspense, pois o protagonista Liber ainda tem segredos maiores do que ele gostaria de narrar para o leitor. Talvez ele confesse talvez não, só os últimos dias das minhas férias dirão.
Fiquem com Deus ;*





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Titio Black Cherry

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