Solitude, darkness and love


"I don't wanna admit, but we're not gonna fit"

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Oráculos e Paranormalidade


Bem, aqui estou eu ouvindo o novo single da amável Kerli Kõiv, uma órfã de Björk, se chama "Army of Love", e sim, é uma música completamente altruísta e que está me ajudando bastante ultimamente a me manter por aqui de madrugada, não por eu estar triste, que nada, estou muito bem nesses dias. Estou falando de energia negativa, não proveniente de mim, mas da minha casa.

Vocês, meus leitores fantasmas, querem uma explicação do porquê esta ser a sétima postagem de quase um mês inteiro de férias, eu explico. Desde o final de dezembro eu tenho a oportunidade de ter este notebook em mãos apenas pela madrugada, só alguns dias com excessão como um sábado qualquer, eu disse só alguns. O motivo? Bem, meu irmão mais velho está necessitando muito mais dele do que eu neste estranho mês, e eu particularmente não me importo muito, na verdade fico bastante feliz em saber que não estou incomodando-o. E como ele passa a manhã ou a tarde ou a manhã E tarde no note, eu só o pego no final da noite para o início da madrugada, beirando às onze horas noturnas, e às vezes até uma da manhã, onde a madrugada já se iniciou sem mim.

E é aí que começa a minha diversão, pois, como muitos de Macapá ou de qualquer outro lugar devem saber, a internet modem fica muito melhor de madrugada, onde descongestiona mais, e eu baixo videos, músicas e pornografia loucamente.

E aí está a questão.

Eu fico completamente alienado por essas coisas de madrugada, pela fome de conhecer mais um artista ou mais artistas, de ver os singles que saíram dos cantores que eu gosto, e baixar uma extensa lista de pornografia gratuita no xvideos pelo programa atube (fica dica).

E aí está outra questão.

Com tudo isso que a velha e boa madrugada me proporciona, eu esqueço do meu blog e posto semanalmente, o porquê? Pela madrugada surgem grandes ideias, ideias demais pro meu gosto, e eu fico com vontade de escrever, mas depois me dá uma enorme preguiça de organizar tudo e postar tal capítulo, como está me acontecendo com Oráculo das Feras II (e não, não to postando semanalmente por falta de ideias, se isso esclarecesse pra vocês [?]). Acreditem, este quarto capítulo que saiu agora eu demorei três madrugadas pra escrever, não pelas coisas desaparecerem da minha cabeça, mas, como eu já disse, por coisas tentadoras como o novo álbum da Kerli ou um álbum antigo da Feist.

Vale ressaltar que no mês de dezembro, onde eu tenho pouco mais de maravilhosas trinta postagens (meu recorde até agora *-*), eu fazia isso durante a manhã ou a tarde, onde minha cabeça estava a todo vapor, e também pelo fato de que eu baixei uma penca de álbuns quando a internet aqui em casa saiu da fase discada pra entrar na fase modem da Vivo, e acreditem, até agora tem álbum que eu ainda não ouvi. Resumindo, em dezembro eu tinha a madrugada para as diversões mais fúteis, quer dizer, pelo menos até eu viajar para Manaus, só ter a internet no final da tarde quando chegava na casa que estava hospedado, quando ía para uma lan house alí pertinho, mas isso não me impediu de continuar postando pelo menos alguns poemas e letras de músicas durante minha estadia por lá. A noite ainda estava começando quando eu voltava dos centros e dos shoppings, e ía correndo pra lan, não é?

Sim, agora estou ouvindo Honey Honey da cantora Feist, música maravilhosa, mas que não me pertence no momento (agora está passando Paris da Kate Nash). Me pertence no momento músicas com energias positivas e que me façam entrar num transe menos frio e soturno, claro, isso não é de grande ajuda, mas ainda assim é uma ajuda, e não posso de maneira alguma ignorá-la.
E chegamos ao ponto, vou começar contando duas histórias.


A primeira, é que li o livro Horror em Amityville, escrito por Jay Anson a partir da permissão e dos depoimentos da família Lutz, que relatou todos os 28 dias que moraram na casa 112 da Avenida Oceânica. Um ano atrás antes da família Lutz bater os pés nessa casa (ou mansão, sei lá), uma outra família foi assassinada pelo irmão mais velho, com uma espingarda potente o suficiente para acordar toda a vizinhança. Algumas observações: Ninguém da vizinhança ouviu os tiros, o vestido de uma das irmãs foi encontrado com pólvora, todos os corpos foram encontrados deitados nas camas de bruços, o irmão mais velho declarou que matou todos eles porque 'vozes ordenaram ele a matar', e 'ele com uma espingarda era Deus'.

Um ano depois, a família Lutz se mudou para a tal casa, e prensenciaram desde olhos flutuantes até rostos desfigurados na lareira. Permaneceram 28 dias lá, no 27° queriam fugir, mas uma tempestade os impediu, consequentemente assistindo uma figura vestida de branco e encapuzada, sem rosto algum, descer as escadas, logo depois de acordarem. Existe nessa história também o padre Mancunso, mas não vou detalhar mais do que isso, ou vai perder a graça da leitura. (Dica: não vão pela onda do remake de 2005, é bem fraquinho se comparado ao livro ou ao primeiro filme da década 80 sobre Amityville).

A segunda história começa com a minha família, que não tem um histórico de "paz estranha" normal como a de todos. Não estou comparando com Amityville, Deus me livre até dessa casa demoníaca, mas vou lhes esclarecer umas coisinhas.

Minha casa começou a ter uma espécie de "ciclo" em 2009, não sei se vocês acreditam nessas coisas, "presenças", "sonhos", "visões" e "sensações", isso depende apenas de vocês, mas eu praticamente fui obrigado a aceitar e acreditar.

Na década de 80, não me lembro agora o ano que me disseram, meus pais com muito esforço conseguiram comprar um terreno, no caso, esse, mas ainda não era essa casa onde moro atualmente, era uma casa velha mais na frente deste, que foi nossa moradia até 1999, que tinha uma área bem grande atrás que futuramente seria nossa casa de alvenaria. Meus pais nem ninguém sabia da história dessa casa, tampouco do terreno, apenas que uma quantidade suficiente de moradores morou nela, mas não por muito tempo. Minha mãe nunca gostou desse terreno, e sempre ressaltou isso para o meu pai, meu pai, contudo, foi mais realista e disse que era a única coisa que tinham no momento, não poderiam simplesmente ficar escolhendo, minha mãe entendeu.

Bem, desde essa época muitas coisas estranhas aconteceram, realmente tão assustadoras que não vou nem citar, talvez em uma próxima postagem, mas enfim. E como já disse, no início dessa postagem, preciso de forças positivas, seja na música que eu ouço ou em como eu ando levando meus dias, e sinceramente até ontem eu estava morrendo de medo!

Horror em Amityville é um livro de terror real, eu pelo menos acredito nisso, pois uma família não abandonaria nem destruiria a própria casa, muito menos teria tanta criatividade pra narrar 28 dias sem deixar de citar "forças demoníacas" quase no final.

O que mais me chamou atenção, de fato, foi quando uma médium visitou a casa para estudos maiores da propriedade, e disse:

- O que quer que tenha estado aqui, em minha opinião, é inegavelmente de natureza negativa. Não é ninguém que já tenha estado na terra sob forma humana. É um ser das entranhas da terra.













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Andrew Oliveira

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