Solitude, darkness and love


"I don't wanna admit, but we're not gonna fit"

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Oráculos e as pessoas


Bem, aqui estou eu novamente, tinindo de emoção após ter concluído a primeira parte de Oráculo das Feras *-*, faltando apenas três dias pra viajar e enfim livrar meu pensamento de coisas ruins e que não são produtivas. Esses dias fiquei apenas lendo, dormindo e ouvindo música, básicamente, meus dias estão um tédio sem igual. Querem tortura? Venham aqui em casa tomar um chá com o ócio.

Bom, espero não estar sendo claro demais com Oráculo das Feras, pois a intenção é manter um ar de mistério, enfim. O que vou postar esses dias é uma série curta e sem grandes alardes de Corona Solaris. Mas ele não era um deus de Oráculo? Não. Corona Solaris, assim como Lilith, Pandora e Akasha, participam dessa era em Oráculo, sim, foram eles que criaram, mas não quer dizer que eles já tenham passado por muitas coisas antes, ou depois... o que quer que seja.

Básicamente já postei o prólogo de Oráculo das Feras Parte II, que vai sair dia 24, meu presentinho pra quem acompanha este blog (-oi fantasmas, como vai o limbo? '-'), pois então.

Uma pequena explicação: esta série de contos dramáticos que vou postar daqui pra um tempinho bem pequeno fala de um romance entre o imortal senhor do sol e da Aurora, Corona Solaris, com uma criatura mortal. Não é uma coisa de grandes alardes como Oráculo das Feras, nem com muita imaginação também, blábláblá. Diga-se de passagem que vou voltar às minhas origens, o drama, onde eu já despertei um pedacinho na carta para mim mesmo numa postagem aí pra baixo, só procurar. Mas enfim.

Cá estou, aqui na sala desesperado pela internet discada, porque a conexão MODEM não faz questão de exercer sua função: ser melhor do que a discada. Mas se for parar pra pensar, a conexão modem, rádio, e discada daqui são exatamente IGUAIS, o que muda é a forma como você conecta. É Macapá, meus amores, o ilha-inferno que acaba com seus sonhos, cheio de pessoas pequenas com mentes pequenas e fechadas, que, quando você pensa um pouquinho em revolução ou futuro, elas te olham feio e te atiram pedras.

Eu particularmente só converso com gente estranha como eu, como meu amigo Louie, que sabe tão bem quanto eu como é ter os sonhos pisoteados. As pessoas pop daqui? São igualzinhas as de SP, ou qualquer outro lugar do Brasil, só muda que elas são MACAPAENSES e parece que esquecem disso, andando de MOLETOM nesse calor, ou com umas camisas fuleiras de uma falsa Armani, ou com celulares caros que pra eles são descartáveis, fumando na frente da cidade como se isso fizesse deles pessoas melhores e mais estilosas, com amizades fúteis e superficiais e relacionamentes fúteis e superficiais das suas cabeças fúteis e superficiais. Cérebro? O que é isso?

Aqui em Macapá você encontra a maior alegoria de pessoas patéticas (e não tente comparar com a alegoria social de Babel, onde lá as criaturas apesar estranhas, são cheias de amor pra dar *-*), tais como: baixinhas de boca metálica que sugam sua personalidade, falam mal de você e depois se fazem de vítimas, branquelas insuportáveis que só fazem criticar sua personalidade, e perdem sua "amizade" por causa de otários que não percebem nem se ainda tem sombra, otários lerdos cegos ou que se fingem de cegos, moleques nojentos que só tem na cabeça videogame e na cabeça de baixo masturbação, gordas que se fazem de gostosas e não tem o mínimo de personalidade pra segurar um macho, consequentemente levando a pior e ainda querendo fazer pose de top (gordelícias só a Beth Ditto e a Mariah Carey, ok?), lésbicas barraqueiras e alienadas, garotos lindos e que só pensam com o pinto, gente que detesta a sua personalidade e originalidade, gente que Nasceu pra função de fofocar de você, e gente que nasceu pra função de apenas apertar mais essa salada insôssa e nada comestível...

Uma feira tentadora, não?

É, as vezes me sinto como Júpiter, que não come qualquer um nem que esteja no meio de uma guerra mundial...











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Com um suave sarcasmo, Black Cherry
Foto: Uma Björk decepcionada...

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